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A Inteligência Emocional (IE) e sua respectiva escala de medição, o Quociente Emocional (QE) nunca receberam tanto foco e importância como atualmente.

Ao contrário do quociente intelectual (QI), o QE pode ser desenvolvido por qualquer indivíduo em todas as suas habilidades e competências com a utilização de técnicas específicas.

Ou seja, é possível medir e melhorar habilidades que em última instância, te levarão a aumentar seu nível de bem-estar e sucesso.

Vários modelos foram criados para a inteligência emocional ao longo das últimas décadas. O modelo que mais gostamos de usar é baseado nos estudos de Bar-On [1],  um psicólogo israelita que foi um dos pioneiros em desvendar e descrever os conceitos de inteligência emocional. O seu modelo divide a inteligência emocional em várias competências e propõe um método cientificamente validado para medir o QE.

A Inteligência Emocional é a capacidade de reconhecer e gerenciar suas emoções nas esferas individual e social. Ela define mais do que sentimentos e impressões, ela define sua felicidade e sucesso.

 Tá, e o que isso tem a ver comigo ?

 Tudo!

Indivíduos com ALTO QE, ou seja, com alto desenvolvimento de inteligência emocional, apresentam maiores níveis de bem-estar, resiliência, constroem relacionamentos saudáveis e tomam melhores decisões. Além disso, também conseguem se expressar com assertividade e controlar seus impulsos em momentos críticos.

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O que queremos dizer é: Ao desenvolver sua inteligência emocional, você terá maiores chances de definir e alcançar seus objetivos, criar relacionamentos sustentáveis e em última instância, ter mais bem-estar. Mesmo que já seja plenamente capaz de fazer estas coisas, sempre é possível aprimorar e afiar as suas habilidades, rumo à perfeição.

Usamos na Academia de Inteligência Emocional métodos cientificamente testados e validados. Qualquer técnica que propomos aos nossos associados foi antes pesquisada e rigorosamente avaliada pela nossa equipe de pesquisa e desenvolvimento. Mais do que isso, nós testamos em nós mesmos primeiro. 

Até a próxima!

[1] R. Bar-On et al. Personality and Individual Differences 2000, 28(6):1107-1118.